Raízen e WX anunciam Joint Venture para comercialização de energia elétrica

Raízen consolida-se como player integrado de energia ao firmar parceria com WX Energy, somando robustez financeira e base sólida de clientes à expertise no trading do mercado livre.

 

A Raízen, uma das empresas de energia mais competitivas do mundo, acaba de anunciar a criação de uma Joint Venture com a comercializadora WX Energy, fortalecendo sua atuação no mercado livre de energia, em linha com a estratégia de ampliação de negócios para sua consolidação como player integrado de energia.

No novo negócio, a Raízen aportará sua sólida posição no mercado, com ampla carteira de clientes, força comercial e financeira. Já a WX Energy traz consigo um time altamente capacitado, uma mesa de trading em operação e expertise na análise fundamentalista de preços. Juntas, as duas companhias consolidam um modelo que permitirá a criação de soluções integradas e customizadas para os diferentes perfis de clientes no setor, acelerando a curva de crescimento e contribuindo para a competitividade de um mercado em ascensão.

A Joint Venture terá participação majoritária da Raízen, e a operação da empresa continua a cargo da equipe da WX. A Raízen, que já é líder na geração de bioeletricidade a partir da biomassa, com suas 26 unidades autossuficientes em energia, sendo que 13 produzem excedente exportado para o grid, terá uma melhor opção para distribuição de sua energia excedente, em especial a geração de energia incentivada.

“É uma forma de nos aproximarmos ainda mais de nossos clientes, porque evoluímos de geradores para comercializadores, atuando de forma direta e competitiva no mercado de energia elétrica, agregando ao nosso portfólio e aumentando nossa oferta de soluções energéticas integradas”, explica João Alberto Abreu, vice-presidente Executivo de Etanol, Açúcar e Bioenergia.

“A WX Energy vem investindo na formação de uma equipe de primeira linha, altamente especializada. Construímos  um forte background no trading de energia, aumentamos a liquidez da empresa e operamos mais de 4,4 TWh no ano de 2017”, contextualiza Daniel Sica. “Apostamos no crescimento do mercado livre. O momento  demanda a ampliação da capacidade de fazer negócios. Vamos desenhar produtos aliando solidez financeira à expertise técnica.”, complementa Luiz Henrique Macêdo, sócios da WX Energy.

A WX Energy foi fundada em 2014 por profissionais do setor elétrico com o objetivo de prover liquidez para geradores e consumidores no mercado livre de energia e estabelecer relações comerciais transparentes e duradouras com parceiros de negócios. A empresa atua no mercado livre com contratos de energia de curto, médio e longo prazo, contratos atrelados ao preço spot da energia, contratos de swap de fonte, contratos de opção, e operações estruturadas envolvendo diferentes fontes de energia.

O mercado livre já representa 28% da energia elétrica comercializada no País e deve dobrar de tamanho nos próximos anos. Segundo o relatório Energy Outlook, de julho de 2017, o setor deve receber 26 bilhões de dólares em investimentos no Brasil até 2040. Junto com a geração eólica e solar, a biomassa deve ser um dos tipos de energia que mais vai se desenvolver nos próximos anos. Atualmente, o volume de bioeletricidade gerado pela Raízen é suficiente para abastecer uma cidade com até 10 milhões de habitantes.


Para mais informações:

Raízen
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