Conteúdo da
GRI

 

 

Conteúdos gerais

GRI 102-8 | Informações sobre empregados e outros trabalhadores

No fim de 2017/2018, nosso time somava 29.514 funcionários, dos quais 86% homens e 14% mulheres, a maioria (93%) concentrada no Sudeste.

Em 2017/2018, as maiores taxas de rotatividade foram registradas nos meses de abril de 2017 e janeiro de 2018, com alto número de admissões; e março de 2018, com alto número de desligamentos – o que decorre do início e do término da safra, respectivamente. Em dezembro de 2017, houve alto número de desligamentos devido às hibernações das unidades Tamoio, em Araraquara (SP), e Dois Córregos, em Dois Córregos (SP). Maio de 2017 foi o mês com o maior número de funcionários (ativos e afastados).

Número total de funcionários por gênero1

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/20172Safra 2017/20183
Homens33.37729.84725.54725.349
Mulheres5.1954.5404.0104.165
Total38.57234.38729.55729.514

1 Não inclui estagiários e terceiros; inclui ativos e afastados.
2 A partir de 2016/2017, passamos a considerar o total de funcionários no mês de março de cada ano por ser o mês final do período da safra. Nos períodos anteriores, foram contabilizados os funcionários no pico da safra, ocorrendo uma alteração na forma de cálculo do indicador e, por isso, uma variação nos valores.
3 Inclui jovens aprendizes.

Número total de funcionários por tipo de emprego e contrato de trabalho

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Tipo de emprego/ contrato de trabalhoIntegral¹Meio períodoIntegral¹Meio períodoIntegral¹Meio períodoIntegral¹Meio períodoTotal
Homens – prazo indeterminado31.0133226.3673423.6843124.3213124.352
Mulheres – prazo indeterminado4.854154.131183.927204.059294.088
Homens – prazo determinado2.33203.44601.8320894103997
Mulheres – prazo determinado32603910630572077

1 Integral considera jornadas acima de 150h/mês.

Número total de funcionários por gênero e região

 Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
 HomensMulheresHomensMulheresHomensMulheresHomensMulheresTotal
Sul24825216202252222725252
Sudeste31.1104.93028.0094.29623.7613.78123.5343.93227.466
Centro-Oeste1.7432191.3181971.2331781.2491751.424
Nordeste18716202192041820923232
Norte89510281241113010140
 

 

PERCENTUAL DE FUNCIONÁRIOS POR REGIÃO

grafico-funcionarios-regiao

GRI 102-9 | Cadeia de fornecedores

Produtores de cana

Nossa equipe de Negócios Agrícolas é responsável pelos contratos com os fornecedores de cana, e o time de Desenvolvimento Sustentável pela gestão de iniciativas como o Programa ELO. Em 2017/2018, foram investidos R$ 3.550.000,00 no relacionamento com esse público.

Transportadores

Na safra, os gastos com transportadores de combustível e açúcar somaram, aproximadamente, R$ 1,35 bilhão. O gasto com fornecedor resulta de negociações que estabelecem valor fixo, a ser pago pela disponibilização de cada caminhão, e valor variável, dependente da quilometragem rodada a nosso serviço. Os transportadores – responsáveis pelas operações de coleta e transferência (C&T) e entrega dos produtos – estão distribuídos por todas as regiões do Brasil, sendo a maior concentração nas regiões Sudeste e Sul.

Cadeia de suprimentos

Informações disponíveis aqui.


Econômicos

Desempenho econômico |GRI 201|

GRI 201-1 | Valor econômico direto gerado e distribuído

 

Raízen Energia

Raízen Energia - demonstração do valor adicionado (R$ mil)

2015/20162016/20172017/2018
Receitas
Vendas brutas de produtos e serviços12.557.26812.900.64515.844.028
Devoluções de vendas, descontos e abatimentos(10.198)(11.257)(31.266)
Reversão (constituição) de provisão para créditos de liquidação duvidosa(5.025)(1.811)(182)
Outras Receitas (despesas) operacionais49.88525.989114.241
Receitas - Total12.591.93012.913.56615.926.821
Insumos adquiridos de terceiros
Custos dos produtos vendidos e dos serviços prestados(5.981.389)(6.124.579)(8.521.465)
Materiais, energia, serviços de terceiros e outros(769.049)(809.235)(973.690)
Mudança do valor justo dos ativos biológicos637.937304.621(367.432)
Mudança do valor justo da cana colhida (Produto Agrícola)000
Constituição de provisão para obsolência de estoques(377)(72.383)54.277
Constituição (reversão) de perda estimada com investimentos, ativos imobilizados e intangíveis, líquidas0(156.200)14.263
Insumos adquiridos de terceiros - Total(6.112.878)(6.857.776)(9.794.047)
Valor adicionado bruto6.479.0526.055.7906.132.774
Depreciação e amortização(1.876.896)(1.818.791)(2.136.639)
Valor adicionado líquido produzido4.602.1564.236.9993.996.135
Valor adicionado recebido em transferências
Resultado de equivalência patrimonial(73.260)(69.635)(21.423)
Receitas financeiras664.798665.347646.169
Variação cambial195.8622.70629.585
Ganho em operações com derivativos668.922736.068148.816
Valor adicionado recebido em transferências - Total1.456.3221.334.486803.147
Valor adicionado a distribuir6.058.4785.571.4854.799.282

Raízen Energia - distribuição do valor adicionado (R$ mil)

2015/20162016/20172017/2018
Pessoal
Remuneração direta1.273.0541.234.9311.102.838
Benefícios236.691276.800288.020
FGTS117.679117.464118.351
Distribuição do valor adicionado Pessoal - Total1.627.4241.629.1951.509.209
Impostos, taxas e contribuições
Federais374.844576.159773.247
Tributos federais diferidos387.202121.858(109.607)
Estaduais460.644463.286551.613
Municipais2.5728.1587.928
Impostos, taxas e contribuições - Total1.225.2621.169.4611.223.181
Remuneração de capitais de terceiros
Despesas Financeiras969.697868.270875.762
Variação cambial líquida637.38770.87052.721
Perda em operações com instrumentos financeiros91.562059.228
Aluguéis321.502429.110436.387
Remuneração de capitais de terceiros - Total2.020.1481.368.2501.424.098
Remuneração de capitais próprios
Dividendos e juros sobre capital próprio9.865211.6360
Lucros retidos1.175.7791.193.031642.807
Participação dos acionistas não controladores nos lucros retidos0(88)(13)
Remuneração de capitais próprios - Total1.185.6441.404.579642.794
Valor adicionado distribuído6.058.4785.571.4854.799.282

Raizen Combustíveis

Raízen Combustíveis - demonstração do valor adicionado (R$ mil)1

Receitas
Vendas de mercadorias e serviços76.907.237
Receita bruta77.739.353
Devoluções(439.725)
Outras deduções(392.391)
Outras receitas operacionais219.864
Receitas relativas à construção de ativos próprios0
PDD - Reversão / (constituição)(26.426)
Receitas77.100.675
Insumos adquiridos de terceiros
Custos de mercadorias vendidas(70.543.533)
Materiais, energia, serviços de terceiros e outros(1.112.048)
Perda / recuperação de ativos0
Outras16.827
Insumos adquiridos de terceiros(71.638.754)
Valor adicionado bruto5.461.921
Depreciação, amortização e exaustão(603.853)
Depreciação e amortização(206.898)
Amortização de direitos de exclusividade de fornecimento(396.955)
Valor adicionado líquido produzido pela entidade4.858.068
Valor recebido em transferência687.942
Receita financeira139.098
Valor justo de instrumentos financeiros40.026
VC ativa98.999
Ganho com derivativos253.554
Receita de equivalência patrimonial0
Outros valores recebidos em transferência156.265
Valor adicionado total a distribuir5.546.010

1. Como houve mudança na forma de relatar a informação na safra 2017/2018, não incluímos os dados referentes às safras anteriores. Para consultá-los, acesse: https://www.raizen.com.br/relatorioanual/pt/indicadores-da-gri.html

Raízen Combustíveis - distribuição do valor adicionado (R$ mil)

2015/20162016/20172017/2018
Pessoal
Remuneração direta272.222272.357301.200
Benefícios47.82256.14358.889
FGTS15.51815.97316.808
Distribuição do valor adicionado Pessoal - Total335.562344.473376.897
Impostos, taxas e contribuições
Federais550.350723.6611.138.670
Estaduais1.390.8591.342.2071.504.122
Municipais10.34612.88611.651
Outros impostos e taxas09.2152.508
Impostos, taxas e contribuições - Total1.951.5552.087.9692.656.951
Remuneração de capitais de terceiros
Despesas financeiras120.047180.277222.014
Variações cambiais passiva404.41645.351400.811
Perda em operações com instrumentos financeiros564.2271.022.426171.263
Aluguéis55.06354.26049.854
Mudança no valor justo de instrumentos financeiros - Despesa090.1500
Remuneração de capitais de terceiros - Total1.143.7531.392.464843.942
Remuneração de capitais próprios
Dividendos e juros sobre capital próprio953.1641.431.0001.453.986
Lucros retidos62.812167.815153.099
Participação dos acionistas não controladores nos lucros retidos184.50059.75861.135
Remuneração de capitais próprios - Total1.200.4761.658.5731.668.220
Valor adicionado distribuído4.631.3465.483.4795.546.010

GRI 201-2 | Implicações financeiras e outros riscos e oportunidades decorrentes de mudanças climáticas

Em 2017/2018, concluímos um estudo que mapeou os principais riscos e oportunidades decorrentes de mudanças climáticas em cada negócio e em horizonte de longo prazo (até 2040). Os resultados foram agregados ao nosso processo de gestão de riscos e ao planejamento estratégico.

Em relação aos riscos, registramos aqueles referentes à mudança na dinâmica hídrica (aumento do período de estiagem e consequente competição por um recurso mais escasso) e à maior incidência de eventos climáticos extremos. Por outro lado, no campo das oportunidades, abre-se espaço para políticas públicas e linhas de financiamento diferenciadas – com crescentes incentivos à produção e comercialização de soluções energéticas de baixo carbono, como biocombustíveis e eletricidade de fontes alternativas, produtos que fazem parte do nosso portfólio. Além disso, a cana-de-açúcar é uma cultura potencialmente beneficiada pelo aumento da temperatura média.

Os riscos e oportunidades mapeados são de natureza física, regulatória, reputacional ou de mercado. Os impactos associados ao risco trariam, principalmente, queda de produtividade ou danos às nossas estruturas físicas, ao passo em que as oportunidades resultariam em mais participação de mercado, facilidade de acesso a crédito mais barato e maior área para cultivo de cana.

As implicações financeiras potenciais não foram quantificadas de forma consolidada, mas seguramente teriam desdobramentos de ordem de grandeza elevada. Não monitoramos os gastos para gerir tais riscos e oportunidades, apesar de sabermos que eles acontecem constantemente sempre que investimos em uso eficiente de recursos agroindustriais na medida em que reduzimos nossa intensidade carbônica.


Topo

Presença no mercado

GRI 202-1 | Proporção do menor salário pago, por gênero, comparado ao salário mínimo local

Nossa Política de Administração Salarial visa manter faixas salariais atrativas em comparação com outras empresas do mercado. O objetivo é garantir que até mesmo o menor valor pago seja igual ou superior ao piso da categoria sindical. Em 2017/2018, o salário mais baixo pago para homens equivalia a 112% e para mulheres a 116% do salário mínimo nacional, que fechou 2017 em R$937,00. Assim, o salário mais baixo pago era 1,12 vezes maior que o salário mínimo nacional. Já em relação ao salário mínimo em São Paulo1, o valor mais baixo pago para homens e mulheres equivalia a 101% do piso definido no Estado.

1 O que exclui a unidade Jataí, em Goiás.

salario-comparado

Não gerimos a remuneração de terceiros, contudo, priorizamos o estabelecimento de parcerias com empresas idôneas.


Topo

Impactos econômicos indiretos

GRI 203-1 | Investimentos em infraestrutura e serviços oferecidos

Em 2017/2018, foram mais de R$ 11 milhões investidos em diversos projetos sociais.

Número de pessoas beneficiadas pelos projetos sociais da Raízen 1

Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Projetos educativos337.000225.00053.000
Projetos de inclusão social615.000274.000800.000
Projetos da Fundação Raízen333.000309.000193.000
Formação e inclusão profissional21.0005.0004.000
Voluntariado e campanhas internas171.000196.000201.000

1 Foram contabilizadas pessoas beneficiadas direta e indiretamente, sendo consideradas estimativas para o cálculo das beneficiadas indiretamente.

Investimento social da Raízen, em R$ mil

Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Projetos incentivados17.5847.0036.157
Fundação Raízen24.8485.0985.604
Total16.83014.09311.761

1 Projetos sociais incentivados por meio do FUMCAD, PRONON, e FMI.
2 Atuação nos pilares profissionalizante, socioeducativo e projetos de educação e cidadania na comunidade (de forma gratuita).

Não houve avaliação de impactos no entorno.


Topo

Práticas de compras

GRI 204-1 | Proporção de gastos com fornecedores locais

Em 2017/2018, foram gastos aproximadamente R$ 3,56 bilhões com fornecedores, sendo que 15% desse valor refere-se a contratos com fornecedores locais.

Percentual de gastos com fornecedores locais, por polo regional (em %)

2015/201612016/201712017/2018
Polo Araçatuba22,921,019,9
Polo Araraquara9,98,29,0
Polo Assis6,97,55,8
Polo Caarapó2,94,54,8
Polo Jataí6,99,311,9
Polo Jaú7,17,56,3
Polo Piracicaba12,09,110,8

1 Índices referentes a SAP ECC (usinas). A partir de 2017/2018, são consideradas todas as compras da área de Suprimentos.

Considerando as compras realizadas com fornecedores cadastrados no mesmo Estado em que cada Usina está localizada, o resultado é o seguinte:

Percentual de gastos com fornecedores locais, por Estado (em %)1

2016/20172017/20181
Amazônia (AM)-20,9
Ceará (CE)35,914,0
Espírito Santo (ES)48,422,6
Goiás (GO)22,120,3
Minas Gerais (MG)26,523,8
Paraná (PR)62,841,7
Paraíba (PB)20,515,2
Rio de Janeiro (RJ)26,814,2
Rio Grande do Sul (RS)34,226,2
São Paulo (SP)90,787,3
Total geral78,475,6

1 Os demais Estados representam menos de 20% das compras. O valor para AM em 2016/2017 está indisponível porque, na safra anterior, o Estado constava na categoria “demais Estados”.


Topo

Combate à corrupção

GRI 205-1 | Operações avaliadas quanto a riscos relacionados à corrupção

Em 2017/2018, submetemos 100% de nossas operações a avaliações de riscos relacionados à corrupção. Os riscos referem-se a negociação com contrapartes sob investigação administrativa ou judicial, no Brasil e exterior; tratativas comerciais com Pessoas Politicamente Expostas (PEPs); exposição dos funcionários que interagem com órgãos públicos, autarquias e sociedades de economia mista. Mais informações em relação à gestão do tema estão disponíveis aqui


GRI 205-2 | Comunicação e treinamento em políticas e procedimentos anticorrupção

Em 2017/2018, todos os membros da Alta Administração foram comunicados sobre as políticas anticorrupção e treinados sobre o tema. Não foram computadas as comunicações direcionadas a parceiros comerciais e funcionários, bem como os treinamentos oferecidos a funcionários sobre o tema.

Esses treinamentos são ministrados sempre que um funcionário ingressa em nosso time e são reapresentados a cada dois anos, exceto os colaboradores com exposição a riscos, que cumprem outra periodicidade – eventualmente anual –, bem como podem demandar treinamentos à área de Compliance a qualquer momento sobre temas gerais ou assuntos específicos.


GRI 205-3 | Casos confirmados de corrupção e ações tomadas

Em 2017/2018, nosso Canal de Ética registrou 35 denúncias relacionadas a fraude, propina, desvio/roubo e antitruste – em 24 operações (15% do total), sendo onze confirmadas (cinco fraudes, cinco desvios e um caso de propina). Como consequência, nove casos resultaram em desligamentos de funcionários e um caso resultou na rescisão de contrato com parceiro comercial.


Topo

Concorrência desleal

GRI 206-1 | Ações judiciais por concorrência desleal, práticas de truste e monopólio

Não houve casos de concorrência desleal no período. Para evitar ocorrências, oferecemos treinamentos antitruste on-line e presencial, que serão relançados em 2018/2019.


Topo

Ambientais

Energia

GRI 302-1 | Consumo de energia dentro da organização

Em 2017, nosso consumo de energia foi superior a 168 milhões de GJ e 8.392.352,58 GJ foram vendidos por meio de leilões do governo ou do mercado spot.

Consumo total de energia por tipo de combustível, em GJ 1

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Bagaço de cana144.211.506,60144.833.877,38163.835.647,00164.382.412,58
Etanol hidratado151.540,72139.286,22139.279,21146.560,21
Etanol anidro--217,02220,47
Biodiesel--247.206,31274.314,97
Consumo total de energia - fontes renováveis144.363.047,32144.973.163,60164.222.349,54164.803.508,23
Diesel3.427.117,043.186.108,333.536.226,243.456.991,37
Gasolina C2.271,152.062,30863,89859,47
GLP123.942,26158.770,716.453.510,9917.066,33
Óleo combustível pesado19.763,8116.326,9614.967,3515.046,28
Consumo total de energia - fontes não renováveis3.573.094,263.363.268,3010.005.568,473.489.963,46
Energia elétrica comprada de concessionária531.965,60477.676,80499.945,00517.312,55
Consumo total de energia148.468.107,18148.814.108,70174.727.863,01168.810.784,25

1. Foram utilizados os fatores de conversão disponíveis no Balanço Energético Nacional. As informações são levantadas para o cálculo de emissões via metodologia do GHG Protocol e foram retiradas do Relatório de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE).


Topo

GRI 302-2 | Consumo de energia fora da organização

Mapeamos o consumo de energia para transporte de nossos produtos. Em 2017, foram consumidos 6.589.225,19 GJ¹ em combustíveis por transportadoras contratadas.

1. Para o cálculo, foi utilizado o fator de conversão disponível no Balanço Energético Nacional. As informações são levantadas para o cálculo de emissões via metodologia do GHG Protocol e foram retiradas do Relatório de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE).


GRI 302-3 | Intensidade energética

Na safra 2017/2018, nossa intensidade energética foi de 2,92 GJ, consumidos por tonelada de cana moída das fontes de escopo 1; e de 0,01 GJ, por tonelada de cana moída das fontes de escopo 2. A energia utilizada para o cálculo do indicador englobou a energia consumida dentro da organização e a energia vendida (proveniente da queima do bagaço de cana).


Água

GRI 303-1 | Consumo de água por fonte

Em 2017/2018, captamos 58.023.538 m3 de água de fontes superficiais e subterrâneas para uso em processos indústrias, irrigação e outros usos. Esse é o nosso consumo mais significativo. Por isso, outras atividades não foram consideradas no cálculo deste indicador. Os dados referentes às novas unidades (Paraíso e Santa Cândida) só serão incluídos a partir do próximo relatório.

Volume total de água captada, em m3

Tipo de usoSafra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Uso Industrial (safra)155.950.11447.729.47848.750.108
Uso Industrial (entressafra)2--1.220.527
Uso Irrigação6.519.3675.530.7685.199.711
Outros usos213.271.1592.954.9842.853.191
TOTAL75.740.64056.215.23058.023.538
Fontes superficiais63.445.31339.077.63653.255.049
Fontes subterrâneas12.295.32717.137.5934.768.489

1. Total captado de 1 de abril até 31 de dezembro de 2017.
2. Total captado de 1 de janeiro até 31 de março do ano 2018.


Topo

Biodiversidade

GRI 304-1 | Unidades operacionais próprias, arrendadas, gerenciadas dentro ou nas adjacências de áreas protegidas e áreas de alto valor de biodiversidade situadas fora de áreas protegidas

Possuímos unidades industriais e áreas de cultivo de cana-de-açúcar arrendadas de terceiros, nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás e no Paraná – o que totaliza mais de 800 mil hectares. Uma das formas de assegurar a preservação da biodiversidade é por meio da certificação Bonsucro, cujo alcance foi de 20 unidades no fim da safra 2017/2018. Isso porque, entre os critérios para certificação, está a inexistência de cultivo de cana-de-açúcar em áreas protegidas ou de alta valor de conservação. Apesar de a biodiversidade ser um dos temas abordados no Plano de Gestão Ambiental das unidades certificadas Bonsucro, não dispomos de metodologia para estimar o valor da biodiversidade nos locais onde operamos.


GRI 304-2 | Impactos significativos de atividades, produtos e serviços sobre biodiversidade

O fluxo de caminhões no entorno das unidades produtoras e as emissões de poluentes devido às atividades industriais podem interferir na dinâmica da fauna da região, o que entendemos ser o maior impacto potencial das nossas atividades sobre a biodiversidade. Além disso, o uso de substâncias para o controle de pragas e insetos pode trazer impactos se não for bem gerenciado. Buscamos, portanto, utilizar controle biológico de pragas e otimizar a aplicação de fertilizantes e defensivos. Os impactos potencias dessa categoria seriam ligados às práticas de queima intencional do canavial pré-colheita da cana. Considerando que tal prática está 100% extinta em nossas operações – em linha com o compromisso que assumimos voluntariamente pelo Protocolo Agroambiental) –, entendemos que os impactos sobre a biodiversidade foram significativamente reduzidos. Outros impactos potenciais relevantes associados às práticas agrícolas e que devem ser combatidos são a perda de mata ciliar, coibida pelo mapeamento das áreas de preservação existentes nas propriedades que administramos; e a mortandade de animais por atropelamento, o que é mitigado por iniciativas como treinamento de funcionários e sinalização adequada. Não monitoramos outros impactos como mudanças de processos ecológicos e conversão de habitats. Também, em relação aos impactos identificados, não monitoramos a extensão das áreas impactadas, bem como a duração e a reversibilidade dos impactos.


Topo

Emissões

GRI 305-1 | Emissões diretas de gases de efeito estufa (GEE) (Escopo 1) 1

GRI 305-2 | Emissões indiretas de GEE provenientes da aquisição de energia (Escopo 2)

GRI 305-3 | Outras emissões indiretas de GEE (Escopo 3)2

1 As principais fontes de emissão nesse escopo são atividades agrícolas (uso de maquinários no campo, insumos agrícolas e industriais) e caldeiras de biomassa que geram energia com a queima do bagaço de cana para produção de açúcar e etanol. As emissões do consumo de biomassa são segmentadas entre biogênicas e não biogênicas, sendo que as biogênicas são consideradas neutras e contabilizadas separadamente, dado o CO2 absorvido da atmosfera no processo de fotossíntese.

2 Foram consideradas emissões agrícolas e emissões de fontes móveis, ou seja, viagens aéreas, queima de biomassa na área rural e veículos de terceiros.

Informações disponíveis aqui. Incluímos, em nosso inventário de emissões, 100% das operações sobre as quais temos controle ou ingerência, ainda que esse controle seja compartilhado.

Os gases considerados no cálculo foram: CO₂, Metano (CH₄), óxido nitroso (N₂O), hexafluoreto de enxofre (SF6), trifluoreto de nitrogênio (NF3) e as famílias dos gases hidrofluorocarbonetos (HFC) e perfluorcarbonetos (PFC), sendo que emissões provenientes dos gases SF6, NF3 e PFC's não são aplicáveis às nossas atividades. No caso das emissões indiretas de compra de energia, no entanto, as emissões contemplam unicamente CO2, conforme cálculo realizado e disponibilizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Neste relatório, contabilizamos ainda as operações das duas unidades produtoras incorporadas em 2017: Santa Cândida e Paraíso – apesar de não terem sido operadas por nós no período inteiro. Essas emissões, portanto, foram estimadas a partir de uma extrapolação com base em unidades próximas. Além disso, pela primeira vez, estimamos as emissões de N2O referentes à incorporação de nitrogênio da palha no solo após a colheita da cana. Por esses dois motivos, os números referentes a 2017 apresentam um significativo aumento em relação às emissões históricas.

Consideramos 2013 como ano-base por melhor representar o escopo das nossas atividades. Naquele ano incorporamos ao nosso inventário as emissões da vinhaça e da torta de filtro, que representavam 14% e 18%, respectivamente, do total das emissões de fertilizantes.

O cálculo refere-se ao ano-calendário de 2017 e foi realizado de acordo com as especificações do Programa Brasileiro GHG Protocol – desenvolvido pelo World Resources Institute (WRI) e pelo World Business Coucil for Sustainable Development (WBCSD) –, gerido no Brasil pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV-Eaesp); e as normas NBR ABNT ISO 14.064-1, orientação para quantificar e elaborar relatórios de emissões e remoções de gases de efeito estufa. Quando aplicável, a metodologia também seguiu as determinações de cálculos indicados no 2006 IPCC Guidelines for National GHG Inventories, das Nações Unidas e no Relatório de referências do Segundo Inventário Nacional. As principais fontes dos fatores de emissão utilizados foram:

  • IPCC, 2006;
  • Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC);
  • 2017 Guidelines to Defra / DECC's GHG Conversion Factors for Company Reporting;
  • Greenhouse gas emissions in production and use of ethanol from sugarcane in Brazil;
  • Ferramenta de cálculo do GHG Protocol Agriculture Guidance;
  • Terceiro Inventário Brasileiro De Emissões Antrópicas De Gases De Efeito Estufa: Relatórios De Referência Emissões De Óxido Nitroso De Solos Agrícolas;
  • Estudos internos.

As taxas de potencial aquecimento global adotadas como referência utilizaram os PAGs apresentados pelo IPCC Fourth Assessment Report: Climate Change – Errata (2007) para um horizonte temporal de 100 anos.


GRI 305-4 | Intensidade de emissões de gases de efeito estufa (GEE)

Em 2017, o índice de intensidade global das nossas emissões de GEE foi de 0,0273 tCO2eq e foi determinado a partir da somatória das emissões dos escopos 1 e 2, dividido pelo total de cana moída. Os GEE incluídos nos cálculos das emissões são os controlados pelo Protocolo de Quioto: CO₂, CH₄, N₂O, SF6, NF3 e as famílias dos gases HFC’s e PFC’s, sendo que emissões provenientes dos gases NF3, SF6 e PFC's não são aplicáveis às nossas atividades.

intensidade-gases-tonelada-cana

Topo

Efluentes e resíduos

GRI 306-3 | Vazamentos significativos

Registramos quatro vazamentos controláveis, dois quais: dois em área não contida, com derrame de 9.316 litros de etanol; e dois em área contida, com derrame de 534 litros de diesel e 19.000 litros de querosene – recuperados. Não houve vazamentos significativos1 para efeito em nossas demonstrações financeiras.

Monitoramos quaisquer derrames, em área não contida e em área contida, independentemente de serem significativos ou não. Todos os eventos são registrados, as causas investigadas e ações planejadas para mitigar impactos e evitar recorrências.

1 Acima de R$ 1 milhão.


Topo

Conformidade ambiental

GRI 307-1 | Valor monetário de multas significativas e número total de sanções não monetárias aplicadas em decorrência da não conformidade com leis e regulamentos ambientais

Em 2017/2018, recebemos 15 sanções não monetárias – a maioria referente a temas como áreas contaminadas, efluentes industriais e incidentes com fogo em canaviais –, que estão sendo tratadas em âmbitos administrativos e/ou judiciais. Não houve registro de multas ambientais significativas1.

1 Valor superior a R$ 500 mil.


Topo

Avaliação ambiental de fornecedores

GRI 308-1 | Novos fornecedores selecionados com base em critérios ambientais

GRI 414-1 | Novos fornecedores selecionados com base em critérios sociais

Produtores de cana

O processo de contratação de novos fornecedores de cana-de-açúcar está vinculado à assinatura de um termo de cláusulas e condições gerais consideradas fundamentais para a condução dos negócios de maneira ética e responsável. As práticas sustentáveis dos fornecedores de cana também são analisadas como parte do Programa ELO.

Transportadores

100%

Cadeia de suprimentos

100%


GRI 308-2 | Impactos ambientais negativos na cadeia de fornecedores e ações tomadas

GRI 414-2 | Impactos sociais negativos na cadeia de fornecedores e medidas tomadas

Produtores de cana

Não houve.

Transportadores

Em 2017/2018, uma transportadora apresentou TRC/TRCF (acidente reportável), duas ocasionaram derramamento em área não contida e três estiveram envolvidos em acidente de alto potencial controlável. Assim, seis fornecedores causaram impacto, o equivalente a 15% do total de fornecedores da área. No mesmo período, houve encerramento de um contrato operacional devido performance aquém do exigível e potencial para geração de impactos. Além disso, esse fornecedor não se adequou às recomendações identificadas em inspeção.

Cadeia de suprimentos

Consideramos impactos socioambientais negativos: manter contrato com empresas que empregam pessoas em condições de trabalho escravo ou análogo a escravo ou que não mantêm em dia o recolhimento de tributos de seus empregados; transacionar com fornecedores envolvidos em atos de corrupção, fornecedores irregulares em questões fiscais e que não cumprem com as condições contratuais em termos de prazo e qualidade.

Na safra, foram avaliados e cadastrados 1.038 fornecedores e requalificados outros 632. Além disso, 232 fornecedores estratégicos participaram do monitoramento de desempenho (Índice de Qualificação de Fornecedores – IQF), dos quais 11 fornecedores foram bloqueados por não preencherem os nossos requisitos mínimos referentes a prazo e qualidade e 91, apontados com baixa performance, participaram de reuniões para definição de planos de ação, sendo que 21 deles apresentaram melhoras na avaliação.

Também foram bloqueados 20 fornecedores por estarem na lista de Trabalho Escravo, 81 por envolvimento na Lava Jato e 384 por constarem no Cadastro Nacional de empresas inidôneas e corruptas.


Topo

Sociais

Emprego

GRI 401-1 | Novas contratações de empregados e rotatividade de empregados 1

1 A média de ativos é feita com base no número de ativos no mês desconsiderando os admitidos naquele mês. Os números não incluem estagiários, mas incluem jovens aprendizes. Na safra 2016/2017, foi utilizado outro cálculo, que não considerava os jovens aprendizes e, por isso, os números não são comparáveis.

Número total de funcionários admitidos por gênero

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
GêneroCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristas
Masculino8.3403.54810.3704.3992.5068245.3643.259
Feminino1.2227041.18862710665856750

Número total de funcionários admitidos por faixa etária

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Faixa etáriaCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristas
Menor que 201.19555091636312935500376
Entre 21 e 303.9051.8614.2871.9288612902.3221.581
Entre 31 e 402.6481.1673.6561.6049163262.0861.335
Entre 41 e 501.3305221.9818485361821.015552
Entre 51 e 6046715071228216956290159
Maior que 60172611076

Número total de funcionários admitidos por região

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
RegiãoCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristas
Sul38383636333636
Sudeste8.8853.67911.0154.4832.5117885.7603.549
Centro-Oeste5654614544549191378378
Nordeste42422525222727
Norte32322828551919

Taxa de funcionários admitidos por gênero

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
GêneroCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristas
Masculino0,310,140,420,200,110,040,230,15
Feminino0,300,190,330,190,030,020,240,22

Taxa de admitidos (para safra 2017/2018) = número de admitidos/média de ativos no ano-safra.

Taxa de funcionários admitidos por faixa etária

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Faixa etáriaCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristas
Menor que 201,150,771,190,680,300,101,281,22
Entre 21 e 300,410,230,510,270,110,040,330,24
Entre 31 e 400,280,130,410,200,100,040,220,15
Entre 41 e 500,190,080,320,150,090,030,170,10
Entre 51 e 600,120,040,210,090,050,020,090,05
Maior que 600,030,000,010,000,000,000,010,01

Taxa de funcionários admitidos por região

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
RegiãoCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristas
Sul0,150,150,150,150,010,010,140,14
Sudeste0,310,140,420,190,100,030,230,15
Centro-Oeste0,320,290,330,350,070,070,280,28
Nordeste0,210,210,110,110,010,010,120,12
Norte0,330,330,250,250,040,040,140,14

Número total de funcionários admitidos que deixaram o emprego, por gênero

Safra 2016/2017Safra 2017/2018
GêneroCom safristasSem safristasCom safristasSem safristas
Homens531.709606
Mulheres00150103

Número total de funcionários admitidos que deixaram o emprego, por faixa etária

Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Faixa etáriaCom safristasSem safristasCom safristasSem safristas
Menor que 200011654
Entre 21 e 3043631220
Entre 31 e 4000643267
Entre 41 e 5010342122
Entre 51 e 600012545
Maior que 600021

Número total de funcionários admitidos que deixaram o emprego, por região

Safra 2016/2017Safra 2017/2018
RegiãoCom safristasSem safristasCom safristasSem safristas
Sul0044
Sudeste531.773623
Centro-Oeste008080
Nordeste0011
Norte0011

Número total de funcionários desligados por gênero

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
GêneroCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristas
Masculino12.7548.01710.0536.1422892877.1744.559
Feminino2.0901.4981.3601.0575050882802

Número total de funcionários desligados por faixa etária

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Faixa etáriaCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristas
Menor que 2092040752122633271156
Entre 21 e 305.2963.1633.6912.13812412424131512
Entre 31 e 404.3972.9313.3612.04910210226751753
Entre 41 e 502.5981.7582.2561.505444416581105
Entre 51 e 601.3651.0061.2739765151866665
Maior que 602682503113051515173170

Número total de funcionários desligados por região

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
RegiãoCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristas
Sul97973535333535
Sudeste13.7558.65710.7036.58029629675974902
Centro-Oeste9487176355443333389389
Nordeste23232121112323
Norte21211919661212

Taxa de rotatividade por gênero

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
GêneroCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristas
Masculino0,390,240,420,240,060,030,270,18
Feminino0,400,290,350,250,020,020,250,22

Rotatividade = (número de admitidos + número de desligados)/2/média de ativos no ano safra.

Taxa de rotatividade por faixa etária

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Faixa etáriaCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristas
Menor que 201,020,670,940,550,150,060,990,86
Entre 21 e 300,490,300,480,280,060,030,330,24
Entre 31 e 400,370,230,390,230,060,030,260,18
Entre 41 e 500,290,180,350,210,050,020,220,15
Entre 51 e 600,240,160,290,190,030,020,180,13
Maior que 600,230,210,320,310,020,020,180,18

Taxa de rotatividade por região

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Faixa etáriaCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristasCom safristasSem safristas
Sul0,270,270,150,150,010,010,140,14
Sudeste0,390,240,410,240,060,020,270,18
Centro-Oeste0,420,370,400,380,050,050,290,29
Nordeste0,160,160,110,110,020,050,110,11
Norte0,270,270,210,210,020,020,110,11

Veja mais informações na resposta do indicador GRI 102-8.


GRI 401-3 | Retorno ao trabalho e taxas de retenção após licença maternidade/paternidade

Em 2017/2018, a licença maternidade e paternidade foi usufruída por 1000 funcionários, conforme tabela abaixo:

Uso de licença maternidade/paternidade e taxas de retorno1

Safra 2017/2018
HomensMulheres
Funcionários com o direito a tirar a licença782218
Funcionários que tiraram a licença782218
Retornaram ao trabalho ao fim do período781162
Retornaram ao trabalho e continuavam empregados após 12 meses538115
Taxa de retorno ao trabalho87,2%80,7%
Taxa de retenção de funcionários que tiraram licença78,3%65,0%

1 Como não é possível determinar a quantidade de funcionários que tiveram direito a tirar licença paternidade no período, tendo em vista que não é possível contabilizar o total de funcionários homens que efetivamente tiveram filhos no período, o indicador considera o total de funcionários que solicitaram o benefício no período coberto pelo relatório.


Topo

Saúde e segurança ocupacional

GRI 403-1 | Representação dos trabalhadores em comitês formais de saúde e segurança, compostos por empregados de diferentes níveis hierárquicos

Todos os nossos funcionários são representados em comitês formais de saúde e segurança. Diversos níveis funcionais são envolvidos em cada unidade de negócio, conforme descrito a seguir:

Etanol, Açúcar e Bioenergia (EAB)

  • Comitê Corporativo de Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SSMA): Presidente, Vice-Presidentes, Diretores, Gerentes e outros representantes de SSMA e das áreas operacionais;
  • Reunião de Produção: Vice-Presidente de EAB, Diretores Operacionais, Diretores Corporativos e Gerentes de polo1;
  • Reunião de Qualidade Total Raízen (QTR): Coordenador Administrativo da Unidade, Gerentes Operacionais, pelo menos um membro do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) e demais representantes das áreas conforme pauta da reunião;
  • Comitê interno de SSMA – por unidade: Gerente Industrial da Unidade, representantes dos Empregados e representantes do Empregador.

Logística, Distribuição e Trading (LD&T)

  • Comitê Corporativo de SSMA: Presidente, Vice-Presidentes, Diretores, Gerentes e outros representantes de SSMA e das áreas operacionais;
  • Comitê de SSMA Operações: Gerente de SSMA Operações, Gerentes de Operações, Assessores de SSMA, Diretor de Operações, gerentes de Operações, Grupo de Suporte à Operações e demais representantes conforme necessário;
  • Comitê de SSMA Transportes: Diretor de Logística, Gerente de Transportes, Assessores de Transportes, Coordenador e Assessores de SSMA Transportes e demais representantes conforme necessário;
  • Comitê interno de SSMA (CISSMA), por terminal: Gerente, Superintendente, funcionários e contratados do terminal.

Comercial

  • Comitê Corporativo de SSMA: Presidente, Vice-Presidentes, Diretores, Gerentes e outros representantes de SSMA e áreas operacionais;
  • Comitê de SSMA do Comercial (MTC): VP Comercial, Diretores de SSMA, Vendas, Varejo, B2B, Engenharia, Finanças e Aviação;
  • Comitê Operacional de SSMA Comercial: Diretores de SSMA, RH e outros diretores indicados, Gerente de SSMA;
  • Comitê de Frota Leve: Representantes da liderança (diretores).

1 Responsáveis por levar as informações aos gerentes e supervisores das Unidades.


GRI 403-2 | Tipos e taxas de lesões, doenças ocupacionais, dias perdidos, absenteísmo e número de óbitos relacionados ao trabalho

Os indicadores de saúde e segurança seguem os padrões da NBR 14.280 e da OSHA 3.245 09R, bem como procedimentos internos: Elemento 7 do Sistema de Gestão das Operações (SIGO) e PMR Specification Shell. As lesões leves (primeiros socorros) não são consideradas nos índices LTIF (Lost Time Injurie Frequency) e TRCF (Total Recordable Cases Frequency), mas são monitoradas e acompanhadas. Para o registro de exposição e de acidente, contamos com sistemas externos (Comunicação de Acidente de Trabalho – CAT; Sistema NEXO) e internos (Sistema de Indicadores de Sustentabilidade – SIS, Central de Atendimento à Emergências – CAE e AlertaWeb).

Os números de acidentes e óbitos referem-se apenas aos acidentes classificados como controláveis/evitáveis, ou seja, que são incluídos nos indicadores de SSMA devido a características de relevância para aprendizado, consequências reais, riscos potenciais ou impactos operacionais e reputacionais.

A seguir, estão disponibilizadas as informações referentes a cada unidade de negócio:

Etanol, Açúcar e Bioenergia (EAB)1

Principais de resultados de saúde e segurança no trabalho para EAB:

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Taxa de acidentes com afastamento funcionários próprios e contratados - LTIF/TF0,400,280,180,14
Taxa de acidentes reportáveis (com e sem afastamento, exceto primeiros socorros) de funcionários próprios e contratados - TRCF/TAR2,551,731,340,98

1 Não contempla os dados do Centro de Serviços Compartilhados (CSC). No entanto, não houve registro de acidentes nessa unidade no ano-safra.

Taxa de acidentes com afastamento funcionários próprios e contratados por região (LTIF/TF)

Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Araçatuba0,180,050,00
Araraquara0,280,500,45
Assis0,830,090,00
Jaú0,210,250,19
Piracicaba0,130,000,00
Centro-Oeste1--0,27
Corporativo0,000,000,00

1 A informação passou a ser reportada para esta região em 2017/2018, por isso está indisponível para os anos anteriores.

Taxa de acidentes reportáveis de funcionários próprios e contratados (TRCF/TAR)

Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Araçatuba1,571,431,07
Araraquara1,991,661,58
Assis2,50,981,02
Jaú1,831,710,63
Piracicaba1,221,040,80
Centro-Oeste1--0,94
Corporativo0,290,250,00

1 A informação passou a ser reportada para esta região em 2017/2018, por isso está indisponível para os anos anteriores.

Número de óbitos de funcionários próprios e contratados

Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Araçatuba000
Araraquara100
Assis000
Jaú110
Piracicaba000
Centro-Oeste1--0
Corporativo000

1 A informação passou a ser reportada para esta região em 2017/2018, por isso está indisponível para os anos anteriores.

Logística, Distribuição e Trading (LD&T)

Principais de resultados de saúde e segurança no trabalho para LD&T

Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/20181
Taxa de acidentes com afastamento funcionários próprios e contratados - LTIF/TF0,060,060,00
Taxa de acidentes reportáveis (com e sem afastamento, exceto primeiros socorros) de funcionários próprios e contratados - TRCF/TAR0,130,330,05

1 Um acidente sem afastamento controlável na região Norte do país, envolvendo um funcionário contratado do gênero masculino.

Não houve óbitos no período.

Comercial

Principais de resultados de saúde e segurança no trabalho para Comercial

Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/20181
Taxa de acidentes com afastamento funcionários próprios e contratados - LTIF/TF0,000,000,00
Taxa de acidentes reportáveis (com e sem afastamento, exceto primeiros socorros) de funcionários próprios e contratados - TRCF/TAR1,090,000,38

1 Um acidente sem afastamento controlável ocorrido em Operações Aviação, na região Norte do país, envolvendo um funcionário do gênero masculino.

Não houve óbitos no período.

Gestão de saúde

Indicadores de gestão da saúde discriminados por negócio

Indicadores de gestão da saúde em EAB1

Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/20182
HomensMulheres
Taxa de doenças ocupacionais3 dos funcionários próprios6,466,620,040,13
Total de dias perdidos4 dos funcionários próprios2.1252.4422.360158
Taxa de absenteísmo5 dos funcionários próprios0,960,830,781,70

1. Os dados não estão disponíveis para LD&T e Comercial, mas já estão sendo contabilizados e serão reportados a partir da próxima safra.
2. A metodologia de cálculo foi alterada em 2017/2018.
3. Forma de cálculo: (número de doenças) / (HHT) *1.000.000
4. Contabilizados dias perdidos por acidentes no trabalho.
5. Forma de cálculo (sendo HHA horas ausências médicas - acidentes típicos e de trajeto e doenças sem considerar dias afastados pelo INSS): (HHA) / (HHA + HHT) *100

Taxa de doenças ocupacionais1 dos funcionários próprios por gênero e região

Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Feminino0,00016,12
Masculino6,627,511,11
Sul0,0000
Sudeste6,626,973,09
Centro-Oeste0,0000
Nordeste0,0000
Norte0,0000

1. Forma de cálculo: (número de doenças) / (HHT) *1.000.000. Inclui apenas Raízen Energia (EAB).

Total de dias perdidos1 dos funcionários próprios por gênero e região

Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Feminino21489158
Masculino1.7132.3532.360
Sul000
Sudeste1.7962.4262.518
Centro-Oeste131160
Nordeste000
Norte000

1 Contabilizados dias perdidos por acidentes no trabalho. Inclui apenas Raízen Energia (EAB).

Taxa de absenteísmo1 dos funcionários próprios por gênero e região

Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Feminino0,211,621,7
Masculino0,690,730,78
Sul000
Sudeste0,810,80,86
Centro-Oeste0,081,371,44
Nordeste000
Norte000

Forma de cálculo (sendo HHA horas ausências médicas - acidentes típicos e de trajeto e doenças sem considerar dias afastados pelo INSS): (HHA) / (HHA + HHT) *100

Não acompanhamos a taxa de absenteísmo, o total de dias perdidos e a taxa de doenças ocupacionais referentes aos contratados e colaboradores de Comercial e LD&T.


GRI 403-4 | Tópicos de saúde e segurança cobertos por acordos formais com sindicatos

Observamos a legislação que trata de normas de saúde e segurança no trabalho, apesar de nem todos os tópicos estarem previstos nos acordos ou nas convenções coletivas. Estabelecemos cláusulas referentes ao tema, como fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), primeiros socorros, composição do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (Sesmt), condições dos veículos de transporte e socorro a acidentado, reforçando o que já está previsto na legislação trabalhista vigente.


Topo

Treinamento e educação

GRI 404-1 | Média de horas de treinamento por ano, por empregados

Em 2017/2018, oferecemos a média de 29,06 horas de treinamento para homens e 14,06 para mulheres. Foram mais de 849 mil horas oferecidas para 18.757 turmas em 22.152 treinamentos.

As etapas para levantamento das necessidades de treinamento, planejamento das atividades, execução, registro e avaliação dos resultados são definidas com base em requisitos da norma ISO 9001:2015, na qual somos certificados.

Esse processo é acompanhado por meio do Painel de Avaliação de Eficácia, com base no retorno de uma avaliação enviada ao gestor dos participantes, preferencialmente 90 dias após cada treinamento. A meta do indicador é maior o igual a 90%. Em 2017/2018, o resultado foi de 100% de eficácia das atividades avaliadas.

Abaixo a discriminação por gênero e categoria funcional:

Número médio de horas de treinamento por funcionário, por gênero

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Homens23,328,826,729,1
Mulheres12,413,11214,1

Número médio de horas de treinamento por funcionário, por categoria funcional

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Aprendiz0,80,00,71,9
Operação7,02,64,24,3
Produção23,729,627,930,8
Administrativo9,79,88,511,4
Coordenação/ supervisão10,319,211,113,2
Gerência7,714,48,67,3
Diretoria2,30,84,12,3
Vice-presidência0,50,00,00,3
Presidência0,00,00,00,0

Foram mais de 39 mil horas de treinamentos presenciais e mais de 56 mil horas de treinamentos on-line para os funcionários de Logística, Distribuição e Trading (LD&T) – a unidade não monitora treinamentos para terceiros. Já a unidade Comercial ofereceu uma carga horária total de 7.983 horas para funcionários e 197.771 para terceiros, conforme detalhado abaixo:

Treinamentos da área Comercial

Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Funcionários próprios
Carga horária dos treinamentos presenciais10.1076.520
Carga horária dos treinamentos online4.5121.463
Carga horária total funcionários próprios14.6197.983
Terceiros
Carga horária dos treinamentos presenciais150.686150.398
Carga horária dos treinamentos online31.59847.373
Carga horária total terceiros182.284197.771

Outros resultados de programas de aprendizagem da Raízen

Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Nº de profissionais atendidos pela Academia de Liderança179381-
Nº de treinamentos ministrados no Ciclo de Habilidades231526
Quantidade de funcionários atendidos por bolsas de estudos e cursos para aperfeiçoamento profissional1531.007101
Nº total de horas de treinamento presencial oferecidas a todos os funcionários964.624 horas808.683 horas849.806 horas

GRI 404-3 | Percentual de empregados que receberam regularmente avaliações de desempenho e de desenvolvimento de carreira

Em 2017/2018, 15% dos funcionários e 46% das funcionárias receberam análise de desempenho e de desenvolvimento de carreira. A discriminação por categoria funcional segue abaixo:

Percentual de funcionários que receberam análise de desempenho e de desenvolvimento de carreira por gênero (em %)

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Homens891015
Mulheres16222746

Percentual de empregados que receberam análise de desempenho e de desenvolvimento de carreira por categoria funcional (em %)

Safra 2014/2015Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Aprendiz0000
Operação96888989
Produção0000
Administrativo53626159
Coordenação/ supervisão10010099100
Gerência100100100100
Diretoria100100100100
Vice-presidência9100100100
Presidência100100100100

Topo

Diversidade e oportunidades iguais

GRI 405-1 | Diversidade em órgão de governança e empregados

Percentual de empregados por categoria funcional, faixa etária e gênero, na safra 2017/2018 (em %)

Abaixo de 20 anosEntre 21 e 30 anosEntre 31 e 40 anosEntre 41 e 50 anosEntre 51 e 60 anosAcima de 60 anosTotal
AdministrativoHomens0,04%3,23%2,88%0,96%0,48%0,13%7,71%
Mulheres0,06%2,69%2,15%0,51%0,11%0,03%5,55%
AprendizHomens0,33%0,02%0,00%0,00%0,00%0,00%0,35%
Mulheres0,06%0,01%0,00%0,00%0,00%0,00%0,07%
Coordenação/SupervisãoHomens0,00%0,34%1,10%0,45%0,19%0,02%2,09%
Mulheres0,00%0,12%0,40%0,09%0,01%0,00%0,62%
DiretoriaHomens0,00%0,00%0,02%0,07%0,03%0,00%0,12%
Mulheres0,00%0,00%0,00%0,00%0,00%0,00%0,01%
GerênciaHomens0,00%0,00%0,35%0,29%0,13%0,01%0,78%
Mulheres0,00%0,00%0,08%0,05%0,00%0,00%0,14%
OperaçãoHomens0,02%0,55%0,98%0,57%0,18%0,02%2,31%
Mulheres0,00%0,00%0,01%0,01%0,00%0,00%0,01%
PresidênciaHomens0,00%0,00%0,00%0,00%0,00%0,00%0,00%
Mulheres0,00%0,00%0,00%0,00%0,00%0,00%0,00%
ProduçãoHomens0,99%16,42%22,65%17,62%11,44%3,39%72,50%
Mulheres0,10%1,94%2,36%1,90%1,02%0,38%7,71%
Vice-presidênciaHomens0,00%0,00%0,00%0,01%0,01%0,00%0,02%
Mulheres0,00%0,00%0,00%0,00%0,00%0,00%0,00%
TotalHomens1,37%20,55%27,99%19,97%12,46%3,55%86%
Mulheres0,21%4,76%5,01%2,56%1,15%0,41%14%
Total1,58%25,31%33,00%22,53%13,61%3,96%100%

Percentual de Pessoas com Deficiência (PcD) por categoria funcional e gênero

Safra 2015/2016Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Administrativo1,0%2,6%2,4%
Homens1,6%2,8%4,4%
Mulheres1,4%2,2%1,4%
Coordenação/Supervisão0,3%0,3%0,5%
Homens0,2%0,2%0,5%
Mulheres0,8%0,6%0,6%
Diretoria0,0%0,0%0,0%
Homens0,0%0,0%0,0%
Mulheres0,0%0,0%0,0%
Gerência0,4%0,4%0,4%
Homens0,4%0,4%0,4%
Mulheres0,0%0,0%0,0%
Operação0,2%0,4%2,1%
Homens0,0%0,4%2,0%
Mulheres0,2%0,0%3,2%
Presidência0,0%0,0%0,0%
Homens0,0%0,0%0,0%
Mulheres0,0%0,0%0,0%
Produção1,2%1,6%2,1%
Homens1,1%1,5%0,0%
Mulheres2,0%2,6%0,0%
Vice-presidência0,0%0,0%0,0%
Homens0,0%0,0%0,0%
Mulheres0,0%0,0%0,0%
Total geral2,0%1,7%2,1%

Percentual de integrantes dos órgãos de governança por gênero (em %)

Safra 2016/2017Safra 2017/2018
Homens86,589,2%
Mulheres13,510,8%

Percentual de integrantes dos órgãos de governança por faixa etária e gênero (em %), na safra 2017/2018

HomensMulheresTotal
Abaixo de 20 anos0,00%0,00%0,00%
Entre 21 e 30 anos0,00%0,00%0,00%
Entre 31 e 40 anos35,1%10,8%45,9%
Entre 41 e 50 anos35,1%0,00%35,1%
Entre 51 e 60 anos18,9%0,00%18,9%
Acima de 60 anos0,00%0,00%0,00%
Total89,2%10,8%100,0%

Não monitoramos outros indicadores de diversidade.


Topo

Não-discriminação

GRI 406-1 | Casos de discriminação e medidas corretivas tomadas

Foram registradas oito denúncias de discriminação pelo Canal de Ética no período. Os casos foram investigados pelas áreas competentes e, conforme a procedência da denúncia, medidas administrativas foram tomadas, como advertência oral e escrita ou, até mesmo, desligamento do funcionário. Também recebemos 47 processos trabalhistas relacionados a discriminação no ano-safra, analisados pela área Jurídica. Todos foram considerados procedentes, sendo que 41 estão em análise e 6 foram concluídos no ano-safra.


Topo

Liberdade de associação e acordos coletivos

GRI 407-1 | Operações e fornecedores em que o direito à liberdade de associação e à negociação coletiva possa estar em risco

Não há. Nossos gestores são conscientizados sobre o papel do sindicato, a dinâmica das negociações coletivas e legislação trabalhista vigente. Além disso, treinamos todos os gestores e lideranças operacionais em todas as unidades de negócio.


Topo

Trabalho infantil

GRI 408-1 | Operações e fornecedores com risco significativo de casos de trabalho infantil

Por mais que a cadeia da canade- açúcar seja intensiva em mão-de-obra, identificamos que não há risco significativo na cadeia de fornecimento devido às ações realizadas no âmbito do Programa ELO. As ações envolvem acompanhamento técnico, checagem de documento, visita aos fornecedores, definições de planos de melhorias, entre outras ações.


Topo

Trabalho forçado ou análogo ao escravo

GRI 409-1 | Operações e fornecedores com risco significativo de casos de trabalho forçado ou obrigatório

Por mais que a cadeia da cana-de-açúcar seja intensiva em mão-de-obra, identificamos que não há risco significativo na cadeia de fornecimento devido às ações realizadas no âmbito do Programa ELO. As ações envolvem acompanhamento técnico, checagem de documentos, visita aos fornecedores, definições de planos de melhorias, entre outras ações.

Na cadeia de suprimentos, são realizadas checagens de documentação das empresas contratadas e, em caso de irregularidade, há bloqueio para novos contratos até que a questão seja solucionada. No ano-safra, 20 fornecedores foram suspensos por constarem na lista de trabalho escravo.


Topo

Direitos dos povos indígenas

GRI 411-1 | Casos de violações dos direitos dos povos indígenas ou tradicionais

Em 2017/2018, não houve casos de violações dos direitos dos povos indígenas ou tradicionais.


Topo

Comunidades locais

GRI 413-1 | Operações com engajamento da comunidade local, avaliações de impacto e programas de desenvolvimento

Em média, 37% das nossas operações empreendem programas para engajamento das comunidades do entorno e avaliação de impactos. Outras 21% desenvolvem programas para desenvolvimento local.

Abrangência dos programas desenvolvidos pela Raízen, em percentual, por tipo de operação e programa

ProjetoEscritóriosUnidades produtorasTerminais de distribuiçãoAeroportos
Amigo Leal67%29%9%0%
Campanha do Agasalho100%96%39%5%
Campanha de Natal100%100%34%9%
Projetos derivados de leis de incentivo100%92%8%9%
Cursos profissionalizantes0%17%0%0%
Voluntariado100%25%0%0%
Projetos derivados de investimentos do BNDES0%1%0%0%

GRI 413-2 | Operações com impactos negativos significativos, reais e potenciais, nas comunidades locais

Os impactos negativos potenciais ou reais às comunidades lindeiras às operações agrícolas e industriais das nossas unidades produtoras incluem:

  • Ruído das operações noturnas de corte e carregamento;
  • Poeira, trepidação e ruído gerados pelo transporte de cana;
  • Odor e possível contaminação de cultura ou solo vizinhos pela aplicação de vinhaça e defensivos agrícolas;
  • Ruído e odor nas áreas vizinhas às plantas industriais – gerados pela operação industrial.
  • Fechamento de uma unidade produtora em município de baixa quantidade populacional, pois geralmente as unidades são intensivas em mão de obra e as demissões podem impactar negativamente na economia local.

Topo

Politicas públicas

GRI 415-1 | Contribuições políticas

Não realizamos doações para partidos ou candidatos políticos, bem como não disponibilizamos ativos (físicos, humanos e/ou financeiros) em prol de campanhas eleitorais.


Topo

Conformidade socioeconômica

GRI 419-1 | Não conformidade com leis e regulamentos nas áreas social e econômica

Em 2017/2018, registramos três autos de infração por Agências Reguladoras, o que totalizou R$ 380.100,00. Além das 3 multas indicadas acima, destacamos o recebimento de 4 autuações por comercialização de etanol hidratado fora das especificações quanto ao teor de metanol. Apresentamos recurso contra a autuação e os casos encontram-se aguardando julgamento pela ANP.

Safra 2016/2017Safra 2017/20181
Número total de não conformidades53
Valor total das não conformidades (em R$)R$ 404.000,00R$ 380.100,00

1 Foram consideradas as ocorrências que representaram imposições relevantes e fora do padrão de autuações recebidas.

Não houve qualquer sanção não monetária ou processo movido por mecanismo de arbitragem no período.

O tema é gerido pelas áreas jurídicas das unidades de negócio2, que avaliam as não conformidades e multas recebidas para identificação da causa e endereçamento dos problemas. No que diz respeito a questões tributárias, a contingência referente às multas significativas, autuações ou sanções lavradas por órgãos públicos, objeto de processos administrativos ou judiciais, pela suposta não conformidade com leis e regulamentos tributário no período da safra está devidamente reportada nas Demonstrações Financeiras da Raízen Energia S.A. e da Raízen Combustíveis S.A., disponíveis aqui

2 Cada área é responsável por definir o critério para multas e sanções significativas.


Topo

Sumário de conteúdo GRI |GRI 102-55|

GRI 100: Divulgações Gerais

Norma GRIDivulgaçãoNúmero de página ou link/resposta diretaOmissãoODS
GRI 100: Divulgações Gerais
Perfil organizacional
102-1Nome da organizaçãoQuem somos  
102-2Atividades, marcas, produtos e serviçosInstitucional, Atuação  
102-3Localização da sedeAvenida Faria Lima, 4.100 - 11o andar, Itaim Bibi, São Paulo - SP  
102-4Localização das operaçõesGrandes números  
102-5Natureza da propriedade e forma jurídicaComposição acionária
Somos uma joint-venture cujo controle é compartilhado, igualitariamente, por Royal Dutch Shell e Cosan. Nossas operações compreendem a Raízen Energia S.A., sociedade por ações com debêntures emitidas registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), categoria B; e a Raízen Combustíveis S.A., sociedade por ações de capital fechado.
  
102-6Mercados atendidosInstitucional, Atuação, Grandes números  
102-7Porte da organizaçãoInstitucional, Grandes números, Time Raízen  
102-8Informações sobre empregados e trabalhadoresQuem somos, Conteúdo da GRI  
102-9Cadeia de fornecedoresParceiros de negócios, Conteúdo da GRI  
102-10Mudanças significativas na organização e na sua cadeia de fornecedoresNovas operações
Informamos ainda que vendemos 100% das quotas da empresa Terminal Exportador de Álcool de Santos Ltda. (TEAS) para Terminal Químico de Aratu S.A. (TEQUIMAR). Não houve, em 2017/2018, alteração substancial na estrutura do nosso capital social ou em nossa cadeia de suprimentos.
  
102-11Abordagem ou princípio da precauçãoPor meio de estruturado processo de governança da sustentabilidade, o princípio da precaução integra o planejamento estratégico e a gestão de risco de nossas atividades. Entre os aspectos observados está a atenção aos funcionários com políticas e ferramentas que promovem a saúde, a segurança e a qualidade de vida. São ainda direcionados programas para garantir a qualificação profissional e o reconhecimento do desempenho do nosso time. A promoção da sustentabilidade, em nossa cadeia de valor, comtempla ações com os fornecedores a fim estimular o desenvolvimento de produtos e soluções cada vez mais inovadores.  
102-12Iniciativas desenvolvidas externamenteCertidões e registros, Movimento Combustível legal  
102-13Participação em associaçõesParticipamos das seguintes organizações: União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA); Associação Brasileira de Biotecnologia Industrial (ABBI); Associação da Indústria de Cogeração de Energia (Cogen); Fundação Getulio Vargas (FGV) - Iniciativas empresariais; Plural, antigo Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis (Sindicom); Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP); Bonsucro - organização responsável pela certificação dos aspectos de sustentabilidade na produção de cana-de-açúcar; e Associação Brasileira do Agronegócio (Abag).  
Estratégia
102-14Declaração do tomador de decisão sêniorMensagem do Presidente  
Ética e integridade
102-16Valores, princípios, padrões e normas de condutaConduta ética, Nossa cultura  
Governança
102-18Estrutura da governançaEstrutura de governança  
Engajamento de stakeholders
102-40Lista de grupos de stakeholdersImprensa, revendedores de combustíveis, acionistas, funcionários, clientes, parceiros comerciais, comunidades, universidades, poder público e entidades de classe.  
102-41Acordos coletivosTodos os nossos colaboradores são abrangidos por acordos ou convenções coletivas de trabalho.  
102-42Identificação e seleção de stakeholdersPor meio de nossos Relatório Anual, Ouvidoria, Redes Sociais Digitais e Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), mapeamos os públicos de relacionamento e os temas com os quais se preocupam.  
102-43Abordagem no engajamento dos stakeholdersProcesso de materialidade
Para saber mais sobre nossos procedimentos de relacionamento com nossos públicos, clique aqui.
  
102-44Principais tópicos e preocupações levantadosTemas relevantes, Pesquisa de satisfação  
Práticas de relato
102-45Entidades incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas ou documentos equivalentesSobre este relatório  
102-46Definição do conteúdo do relatório e limitesSobre este relatório, Processo de materialidade  
102-47Lista dos tópicos materiaisTemas relevantes  
102-48Reformulações de informaçõesQuaisquer reformulações de informações fornecidas em relatórios anteriores serão apresentadas ao longo do relatório.  
102-49Mudanças no relatoQuaisquer alterações significativas em relação aos períodos cobertos por relatórios anteriores, Escopo e Limites dos aspectos serão apresentadas ao longo do relatório.  
102-50Período do relatórioSobre este relatório  
102-51Data do relatório mais recenteSetembro de 2017.  
102-52Periodicidade dos ciclos de relatoSobre este relatório  
102-53Contato para perguntas sobre o relatórioSobre este relatório  
102-54Relato da opção -de acordo- escolhida pela organizaçãoSobre este relatório  
102-55Sumário de conteúdo GRIConteúdo da GRI  
102-56Verificação externaSobre este relatório, Carta de asseguração  

Topo

Tópicos materiais

Norma GRIDivulgaçãoNúmero de página ou link/resposta diretaOmissãoODS
Tópicos materiais
Desempenho econômico
GRI 103: Abordagens de Gestão 2016103-1Explicação sobre o tópico material e seus limitesTemas relevantes
103-2Abordagem de gestão e seus componentesEstrutura de governança, Destaques da operação, Raízen Ventures, Resultados financeiros
Para mais informações, acesse o relatório de resultados, aqui, ou o site de relação com investidores.
103-3Avaliação da abordagem de gestãoA evolução da forma de gestão deste tema é acompanhada com base no desempenho das nossas operações, apurado pelos respectivos indicadores.
GRI 201: Desempenho Econômico 2016201-1Valor econômico direto gerado e distribuídoRaízen Energia, Raízen Combustíveis, Conteúdo da GRI
201-2Implicações financeiras e outros riscos e oportunidades devido as mudanças climáticasConteúdo da GRI
Aspectos e impactos socioambientais
GRI 103: Abordagens de Gestão 2016103-1Explicação do tema material e seus limitesTemas relevantes
103-2A forma de gestão e seus componentesProjeto Capitólio, Governança de verbas incentivadas, Fundação Raízen, Preservação ambiental
Para a gestão do tema, mantemos a Política de Sustentabilidade, a Política de SSMA e a Política de Performance Social.
103-3Avaliação da forma de gestãoA evolução da forma de gestão deste tema é acompanhada com base no desempenho das nossas operações, apurado pelos respectivos indicadores.
GRI 202: Presença de Mercado 2016202-1Proporção entre o salário mais baixo da organização e o salário mínimo local, por gêneroConteúdo da GRI1, 5, 8, 10
GRI 203: Impactos Econômicos Indiretos 2016203-1Investimentos em infraestrutura e serviços oferecidosConteúdo da GRI2, 7, 8, 9, 11
GRI 303: Água 2016303-1Total de retirada de água por fonteConteúdo da GRI3, 6, 8, 12
GRI 304: Biodiversidade 2016304-1Unidades operacionais próprias, arrendadas ou administradas dentro ou nas adjacências de áreas protegidas e áreas de alto valor para a biodiversidade situadas fora de áreas protegidasConteúdo da GRINão divulgamos parte das informações solicitadas porque os dados não estão disponíveis.6, 15
304-2Impactos significativos de atividades, produtos e serviços sobre a biodiversidadeConteúdo da GRI6, 15
GRI 306: Efluentes e Resíduos 2016306-3Vazamentos significativosConteúdo da GRI3, 6, 8, 11, 12, 14, 15
GRI 411: Direitos dos Povos Indígenas e Tradicionais 2016411-1Casos de violações envolvendo direitos de povos indígenasConteúdo da GRI10, 11
GRI 413: Comunidades Locais 2016413-1Operações com engajamento da comunidade local, avaliações de impacto e programas de desenvolvimentoConteúdo da GRI2, 11
413-2Operações com impactos negativos significativos reais e potenciais nas comunidades locaisConteúdo da GRI2, 11
Relacionamento com fornecedores, parceiros comerciais e clientes
GRI 103: Abordagens de Gestão 2016103-1Explicação sobre o tópico material e seus limitesTemas relevantes
103-2Abordagem de gestão e seus componentesParceiros de negócio, Operação segura, Cadeia de suprimentos, Clientes
Para um relacionamento mais próximo com nossos parceiros de negócio, mantemos canais abertos de diálogo (clique aqui), além de canais específicos para Revendedores, Fornecedores e Fornecedores de cana.
Não divulgamos publicamente nossos objetivos e metas, por ainda não tê-los definidos ou por considerá-los de confidencialidade estratégica.
103-3Avaliação da forma de gestãoA evolução da forma de gestão deste tema é acompanhada com base no desempenho das nossas operações, apurado pelos respectivos indicadores.
GRI 204: Práticas de Compras 2016204-1Proporção de gastos com fornecedores locaisConteúdo da GRI12
GRI 308: Avaliação Ambiental de Fornecedores 2016308-1Novos fornecedores selecionados usando critérios ambientaisConteúdo da GRINão divulgamos o percentual de novos fornecedores de cana selecionados com base em critérios ambientais porque os dados não estão disponíveis.8, 11, 15
308-2Impactos ambientais negativos na cadeia de fornecedores e ações tomadasConteúdo da GRI8, 11, 15
GRI 407: Liberdade de Associação e Negociação Coletiva 2016407-1Operações e fornecedores em que o direito à liberdade de associação e negociação coletiva pode estar em riscoConteúdo da GRI8, 16
GRI 408: Trabalho Infantil 2016408-1Operações e fornecedores com risco significativo de ocorrência de trabalho infantilConteúdo da GRI8, 16
GRI 409: Trabalho Forçado ou Análogo ao Escravo 2016409-1Operações e fornecedores com risco significativo de ocorrência de trabalho forçado ou análogo ao escravoConteúdo da GRI8
GRI 414: Avaliação Social de Fornecedores 2016414-1Novos fornecedores avaliados usando critérios sociaisConteúdo da GRINão divulgamos o percentual de novos fornecedores de cana selecionados com base em critérios sociais porque os dados não estão disponíveis.
414-2Impactos sociais negativos na cadeia de fornecedores e ações tomadasConteúdo da GRI
Ética e integridade
GRI 103: Abordagens de Gestão 2016103-1Explicação sobre o tópico material e seus limitesTemas relevantes
103-2Abordagem de gestão e seus componentesConduta ética
Para mais informações, clique aqui.
Não divulgamos publicamente nossos objetivos e metas, por ainda não tê-los definidos ou por considerá-los de confidencialidade estratégica.
103-3Avaliação da forma de gestãoA evolução da forma de gestão deste tema é acompanhada com base no desempenho das nossas operações, apurado pelos respectivos indicadores.
GRI 205: Combate à Corrupção 2016205-1Operações submetidas a avaliações de riscos relacionados à corrupçãoConteúdo da GRI4, 16
205-2Comunicação e treinamento em políticas e procedimentos de combate à corrupçãoConteúdo da GRINão divulgamos o número de pessoas que receberam os comunicados e não discriminamos as informações por região porque os dados não estão disponíveis.4, 16
205-3Casos confirmados de corrupção e ações tomadasConteúdo da GRI4, 16
GRI 206: Concorrência Desleal 2016206-1Ações judiciais movidas por concorrência desleal, práticas de truste e monopólioConteúdo da GRI16
GRI 307: Conformidade Ambiental 2016307-1Não conformidade com leis e regulamentos ambientaisConteúdo da GRI16
GRI 419: Conformidade Socioeconômica 2016419-1Não conformidade com leis e regulamentos sociais e econômicosConteúdo da GRI16
Energia renovável e eficiência energética
GRI 103: Abordagens de Gestão 2016103-1Explicação sobre o tópico material e seus limitesTemas relevantes
103-2Abordagem de gestão e seus componentesSustentabilidade na estratégia, Biocombustíveis no cenário global, Bioenergia, Etanol de segunda geração, Biogás, Preservação ambiental
O tema é gerenciado pela vice-presidência de Etanol, Açúcar e Bioenergia (EAB), que administra nossas 26 unidades produtoras e monitora toda a cadeia relacionada aos processos produtivos. Mantemos ainda, para a gestão do tema, a Política de Sustentabilidade. Para informações sobre os compromissos assumidos na COP21, clique aqui.
103-3Avaliação da forma de gestãoA evolução da forma de gestão deste tema é acompanhada com base no desempenho das nossas operações, apurado pelos respectivos indicadores.
GRI 302: Energia 2016302-1Consumo de energia dentro da organizaçãoConteúdo da GRI7, 8, 12, 13
302-2Consumo de energia fora da organizaçãoConteúdo da GRI7, 8, 12, 13
302-3Intensidade energéticaConteúdo da GRI7, 8, 12, 13
GRI 305: Emissões 2016305-1Emissões diretas de gases de efeito estufa (Escopo 1)Biocombustíveis no cenário global, Conteúdo da GRI3, 8, 12, 13
305-2Emissões indiretas de gases de efeito estufa (Escopo 2)Biocombustíveis no cenário global, Conteúdo da GRI3, 8, 12, 13
305-3Outras emissões indiretas de gases de efeito estufa (Escopo 3)Biocombustíveis no cenário global, Conteúdo da GRI3, 8, 12, 13
305-4Intensidade de emissões de gases de efeito estufaConteúdo da GRI3, 8, 12, 13
Gestão de pessoas
GRI 103: Abordagens de Gestão 2016103-1Explicação sobre o tópico material e seus limitesTemas relevantes
103-2Abordagem de gestão e seus componentesEstrutura de governança
O tema é gerenciado pela vice-presidência de Desenvolvimento Humano e Organizacional. A gestão do tema ainda é orientada pela Política de SSMA e pelo Código de Conduta, além de procedimentos específicos. Há disponível também o Canal de Ética para denúncias de violações das diretrizes e princípios éticos estabelecidos no Código de Conduta.
Não divulgamos publicamente nossos objetivos e metas, por ainda não tê-los definidos ou por considerá-los de confidencialidade estratégica.
103-3Avaliação da forma de gestãoA evolução da forma de gestão deste tema é acompanhada com base no desempenho das nossas operações, apurado pelos respectivos indicadores.
GRI 401: Emprego 2016401-1Taxas de novas contratações de e rotatividade de empregadosConteúdo da GRI5, 8, 10
401-3Licença maternidade e paternidadeConteúdo da GRI5, 8, 10
GRI 404: Treinamento e Educação 2016404-1Média de horas de treinamento por ano por empregadoConteúdo da GRI4, 5, 8, 10
404-3Percentual de empregados que recebem regularmente análises de desempenho e de desenvolvimento de carreiraConteúdo da GRI4, 5, 8, 10
GRI 405: Diversidade e Igualdade de Oportunidades 2016405-1Diversidade nos órgãos de governança e empregadosConteúdo da GRI5, 8, 10
GRI 406: Não Discriminação 2016406-1Casos de discriminação e ações corretivas tomadasConteúdo da GRI5, 8, 10
Segurança no trabalho
GRI 103: Abordagens de Gestão 2016103-1Explicação sobre o tópico material e seus limitesTemas relevantes
103-2Abordagem de gestão e seus componentesNossa cultura, Segurança no trabalho, Conteúdo da GRI
103-3Avaliação da forma de gestãoSegurança no trabalho
GRI 403: Saúde e Segurança no Trabalho 2016403-1Representação dos trabalhadores em comitês formais de saúde e segurançaConteúdo da GRI8, 16
403-2Tipos de lesões e taxas de lesões, doenças ocupacionais, dias perdidos e absenteísmo e número de fatalidadesConteúdo da GRI8, 16
403-4Tópicos de saúde e segurança abrangidos por acordos formais com sindicatosConteúdo da GRI8, 16
Inovação
GRI 103: Abordagens de Gestão 2016103-1Explicação sobre o tópico material e seus limitesTemas relevantes
103-2Abordagem de gestão e seus componentesNossa cultura, Raízen Ventures
Para a gestão do tema, contamos com a Política de Propriedade Intelectual. Para um relacionamento mais próximo com nossos stakeholders sobre o tema, mantemos canais abertos de diálogo (clique aqui), além do site de relação com investidores.
Não divulgamos publicamente nossos objetivos e metas, por ainda não tê-los definidos ou por considerá-los de confidencialidade estratégica.
103-3Avaliação da forma de gestãoA evolução da forma de gestão deste tema é acompanhada com base no desempenho das nossas operações, apurado pelos respectivos indicadores.
Sustentabilidade na estratégia
GRI 103: Abordagens de Gestão 2016103-1Explicação sobre o tópico material e seus limitesTemas relevantes
103-2Abordagem de gestão e seus componentesSobre este relatório, Sustentabilidade na estratégia, Etanol de segunda geração, Biogás, Preservação ambiental
O tema é gerenciado pela vice-presidência de Relações Externas e Estratégia, da qual faz parte a Gerência de Sustentabilidade, que é responsável por integrar aspectos ambiental e social à nossa estratégia e à gestão dos nossos negócios, contribuindo para o crescimento, competitividade e perenidade. Para a gestão do tema, mantemos ainda uma Política de Sustentabilidade, que abrange nossos compromissos e diretrizes.
103-3Avaliação da forma de gestãoA evolução da forma de gestão deste tema é acompanhada com base no desempenho das nossas operações, apurado pelos respectivos indicadores.